Ao ler o texto de Maria Claudia de Oliveira , me deparei com estas colocações feitas por ela em seu trabalho intitulado “Hiperdrama – dramaturgia e pós-modernidade nas mídias digitais”. Como podemos perceber as novas tecnologias nos fazem atores efetivamente participantes deste processo de criação.
“Este é um dos pontos mais curiosos e interessantes da cultura cibernética, dos processos na Internet, do hipertexto e, por que não dizer, do hiperdrama: seu funcionamento é muito semelhante ao da mente humana, indo e vindo em direções aleatórias, misturando passado, presente e futuro, fazendo ligações entre idéias e pensamentos que aparentemente não possuem qualquer conexão entre si”.
“Cabe voltar a ressaltar que no hiperdrama, definitivamente, o espectador não é mais um receptor passivo, como quando lê um livro, assiste a um filme, vê televisão ou mesmo joga um videogame comum. Ele não é mais um observador externo, mas sim o próprio condutor da narrativa”.
“A tecnologia da nova mídia atua como a mais perfeita realização da utopia de uma sociedade ideal composta de indivíduos únicos. Isto porque os objetos da nova mídia asseguram a seus usuários que suas escolhas, e portanto seus pensamentos e desejos, são únicos”.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
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